Em 2011, o Joaquim Cruz foi capa da Cherry Hot Tattoo Magazine, numa edição especial que incluía também cobertura do 7º Tattoo Rock Fest Lisboa e da Barcelona Tattoo Expo. A entrevista, na secção “Artista Convidado”, traçou o percurso do Joaquim desde a pintura até à tatuagem.
Antes de tatuar, o Joaquim trabalhou como retratista, com pinturas a óleo, acrílico e aguarela — esta última a sua técnica preferida — e várias exposições ao longo do percurso como pintor. A revista descreve como essa base em desenho e pintura moldou a sua abordagem ao realismo em pele, um estilo que descreve como uma evolução natural na procura pela perfeição técnica.
Na entrevista, o Joaquim resume a sua visão do ofício numa frase que ainda hoje define o trabalho no estúdio: “o talento é bom, mas não é tudo, é preciso muito trabalho e dedicação”.
O artigo destaca ainda o interesse do Joaquim por recriar obras de mestres do Renascimento — Miguel Ângelo e Leonardo Da Vinci — na pele, um desafio que descreve como uma honra e uma responsabilidade. Entre os trabalhos mostrados na reportagem estão retratos realistas em preto e cinza inspirados em esculturas clássicas e em obras-primas da pintura.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Joaquim Cruz na Capa da Cherry Hot Tattoo Magazine (2011)
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